quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A remar com uma palhetina de expresso...


Achava eu, que muito dava ao "remo", mas que não saia do mesmo lugar...
Pode ser do remo (pensava eu) , se calhar, este com que tento remar, não me leva a lugar algum.
Mas, pequenino ou não, lá me fez alcançar a outra margem do mar de expectativas, que, com o passar do tempo, ia aumentando o nível de suas águas tornando-o violento e tenebroso.
Subitamente o plano muda!
A persistente vontade de mais, leva-me a procurar rumo, e, como que algo superior, talvez o génio da lâmpada, farto de ouvir lamuriar a minha ânsia, acede massacrado e consente os meus desejos.

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